martes 4 de noviembre de 2008

Presentación de nuestro libro en Brasil......ÁGUA DE BEBER, CAMARÁ...”


“ÁGUA DE BEBER, Camará...”
Prof. Sergio Luiz de Souza Vieira – Pós-Ph.D.
Presidente da Federação Internacional de Capoeira
Brasil, 01 de novembro de 2008.

Conheci a Capoeira com apenas cinco anos de idade e ela nunca mais saiu de minhas lembranças...
Nos últimos 32 anos dediquei-lhe boa parte de minha vida, galgando todos os níveis de aluno até mestre. Isto, no entanto, não foi suficiente e mergulhei a fundo na busca da compreensão de seus mistérios, o que se deu por meio de uma ampla trajetória acadêmica, da graduação ao pós-doutorado, realizados sempre em prol da busca de informações fidedignas sobre sua trajetória histórica da Capoeira, assim, como sobre a origem de seus cânticos, rituais, fundamentos e corporalidades. Nesta trajetória também associei uma efetiva militância em função de sua organização desportiva quer como atleta, mesário, ritmista, árbitro, treinador, técnico e gestor, ocupando na atualidade a função de Presidente da Federação Internacional de Capoeira.
Conheci o Sr. E. Javier Rubiera já faz dois anos, mas me parecem algumas décadas. Desde o início fiquei impressionado com a força de sua motivação em auxiliar de algum modo a Capoeira, não de seu país, a Espanha, nem de sua amada região de Astúrias, de que quando a ela se refere, seu coração parece bater muito mais forte, mas sim a Capoeira do mundo. E aquela força não se conteve apenas na fundação da Federação Espanhola de Capoeira nem da Agrupação Espanhola de Capoeira, e muito menos por ter entrado para a história de nossa modalidade pela organização do primeiro curso de formação de árbitros ocorrido naquele país. Ele, Javier, fui muito mais longe... E este caminhar é o motivo destas singelas palavras.
De alguns meses para cá o Sr. Javier vem se dedicando diuturnamente a estudar as origens históricas da Capoeira, da qual muitos historiadores, sociólogos, antropólogos e outros pesquisadores acabaram limitando-se às influências que a mesma recebeu das culturas africanas. No entanto, com extrema humildade, paciência e verdadeiro espírito investigativo, dedicou-se às aculturações afro-asiáticas que por sua vez influenciaram as culturas africanas e deste modo nos chegaram até nossos dias, legando-nos a riqueza do Jogo da Capoeira, tal como nos afirmou Marcel Mauss: “Tudo são misturas, misturam-se as almas nas coisas, misturam-se as coisas nas almas, e é assim que as pessoas e as coisas misturadas saem cada qual de suas esferas e se misturam”.
Temos na Capoeira uma expressão denominada “água de beber”, cuja interpretação filosófica significa: água que se pode beber, por ser pura, por ser da fonte e por ser saudável. É exatamente esta a expressão a que posso me referir ao ler o trabalho do Javier... Trata-se de água que os estudiosos podem beber na fonte, pois há muito que se pesquisar sobre a Capoeira. E esta nova fronteira que está sendo desbravada por este intrépido pesquisador, com certeza nos obrigará a todos a revermos muito do que já foi escrito sobre a mesma, assim como implicará no surgimento de novas contribuições científicas à mesma. Este é exatamente a trajetória da Ciência, que de vez por outra, um determinado fato implica na revisão ou adequação de todas as teorias anteriores.
É com este mesmo espírito investigativo que convido a todos os pesquisadores e curiosos sobre nossa modalidade desportiva a lerem e discutirem os assuntos aqui abordados por este homem, simples, alegre, determinado e cheio de vida, que vem ordenando cronologicamente e fazendo as devidas conexões históricas sobre a Capoeira. E durante a mesma poderão perceber, com toda a propriedade, que não só sua capacidade de gestão desportiva, mas também por seus estudos, conhecimentos e dedicações, foi legitimamente eleito como Vice-Presidente Geral da Federação Internacional de Capoeira.
Em absoluto respeito a todos...
Axé Javier!


Prof. Sergio Luiz de Souza Vieira – Pós-Ph.D.
Presidente da Federação Internacional de Capoeira
Brasil, 01 de novembro de 2008.
http://docs.google.com/Doc?id=dfxjg9sg_144cz56pgcw&hl=es

jueves 2 de octubre de 2008

Brasil Folklórico e Indígena


viernes 26 de septiembre de 2008

O que é a Capoeira?Um produto cultural ou uma mercadoria?


Leopoldo Vaz:

ENGELS em "Do socialismo utópico ao socialismo cientifico" (pg.19) já afirmava: "Quando nos detemos a pensar sobre a natureza, ou sobre a história humana, ou sobre a nossa própria ati­vidade espiritual, deparamo-nos, em primeiro plano, com a imagem de uma trama infinita de concatenações e in­fluências recíprocas, em que nada permanece o que era, nem como e onde era, mas tudo se move e se transforma nasce e morre.". A isto está sujeita a capoeira, enquanto pratica, conhecimento, profissão, formação, mercadoria.
Como Taffarel (2004), aceitamos que a capoeira é um dos fenômenos sócio-culturais da alta relevância no Brasil e constitui o processo civilizatório[7], e que hoje: "... está situado dentro da divisão social internacional do trabalho e portanto, neste momento histórico sofre também o processo de degeneração, decomposição e destruição."
Isto é visível quando observamos o empresariamento da capoeira internacionalmente " no sistema de franquias. A mercadorização da capoeira, vista nos empórios e centros turísticos, a espetacularização da capoeira visita na mídia e nos fantasiosos espetáculos. Na esportivização da capoeira, na construção de confederações, federações com finalidades competitivas, necessidade imperiosa do capital.
O que é a Capoeira? Um PRODUTO CULTURAL ou uma MERCADORIA?

LIBRO: Dela Vadiagem al Deporte,Historia de la Capoeira

La Tesis de Doctorado denominada De la Capoeira: Como Patrimonio Cultural, presentada en 2004 en el Programa de Ciencias Sociales de PUS/SP de autoría del antropólogo Prof. Dtr. Sergio Luiz de Souza Vieira, Presidente de la Federación Internacional de Capoeira - FICA, es el único estudio doctoral específico sobre la Capoeira como Patrimonio Cultural Inmaterial y trata exactamente de su registro. Con ocasión de la defensa de la tesis, la misma fue requerida directamente a PUC/SP, por la Presidencia del IPHAN, por el Ministerio de Cultura y por la Presidencia de la República de Brasil, siendo protocolizada en el IPHAN el 14/10/2004 y anexada el 23/02/2006 como primer anexo del proceso de registro de la Capoeira como Patrimonio Cultural Inmaterial de Brasil."Este libro resume la tesis doctoral de Sergio Luiz de Souza Vieira cuyo original consta de 215 páginas
http://www.scribd.com/full/6241070?access_key=key-2jaz68xyb1iizlsans92

martes 19 de agosto de 2008

Capoeiragem & Capoeiras - Segunda parte

Crônica publicada por Paulo Várzea, na Revista Criminal no.28, 1929
http://www.jornalexpress.com.br/noticias/detalhes.php?id_jornal=13170&id_noticia=339

Escola Typica de Aggressão e Defeza Academias de Capoeira do Rio Antigo (1931)

Com vistas ao seu novo livro, André Lace guarda a sete chaves alguns registros raros sobre academias do Rio Antigo (décadas de 20 e 30). Mas, generosamente, aceitou enviar cópia de uma interessante matéria publicada, em jornal do Rio de Janeiro (com circulação nacional), em 1931.

A ESPORTIVIZAÇÃO DA CAPOEIRA: REFLEXÕES TEÓRICAS INTRODUTÓRIAS

Descargar documento en PDF
http://polaris.bc.unicamp.br/seer/fef/viewarticle.php?id=330

lunes 18 de agosto de 2008

Nace la revista digital capodiario

Con el fin de no saturaros de información vamos a publicar las noticias,historia,actualidad en una revista periódica.Un saludo
http://capodiario.blogspot.com/

sábado 16 de agosto de 2008

Capoeiragem e Capoeiras - Primeira parte


Crônica publicada na Revista Criminal (1929, Rio), enviada à esta Redação, em formato original, por Mestre André Luiz Lacé

O camino a seguir-Javier Rubiera

Uma seleção desacreditada revela o talento do brasileiro,supera os temidos europeus, faz a torcida sorrir e conquista nossaprimeira Copa do Mundo. O pesadelo de 1950 terminou.

"la Capoeira Deportiva debe seguir el camino del Futbol y otros deportes para un reconocimiento internacional"

HISTORIA DEL FUTBOL:
A)En 1848 apareció el Primer Reglamento de Cambridge, destinado a unificar las distintas reglas que se utilizaban. En 1863 se crearon nuevas reglas y el fútbol se separó definitivamente del rugby.
B)El 21 de mayo de 1904 se funda la FIFA (Federación Internacional del Fútbol Asociado) y por primera vez se establecen reglas mundiales.
C)El 26 de Mayo de 1928, el Congreso de la Federación Internacional de Fútbol Asociado, ubicado en Amsterdam, decidió, organizar una competencia (la Copa Mundial) de todas las naciones afiliadas.
D)En este proceso no politizado ni multiculturizado se lleva al futbol a las Olimpidas.

Reflexión personal: A diferencia del Futbol,la Capoeira ,por nacer en un entorno multicultural,dificulta acuerdos y consensos entre las partes implicadas en el proceso de DEPORTIVIZACIÓN-HIGIENIZACIÓN;los intelectuales desde finales del XIX la reglamentan,los que practican el capoeiragem(ex-esclavos,vadios,malandro,burgueses) la divulgan,los indios aún están fuera de la historia actual de la capoeira.Seguiremos trabajando para ver una Capoeira Olímpica.
Javier Rubiera:Vicepte de FICA.

viernes 15 de agosto de 2008

Crônica de Coelho Netto, do livro BAZAR, 1922


Henrique Maximiano COELHO NETTO - Escritor brasileiro, nasceu em Caxias, Maranhão no dia 20 de fevereiro de 1864 faleceu no Rio de Janeiro no dia 28 de novembro de 1934. Foi para o Rio de Janeiro com dois anos de idade; estudou Medicina e Direito mas não concluiu nenhum dos cursos. Em 1885 relacionou-se com José do Patrocínio, que o introduziu na relação da Gazeta da Tarde; nesse jornal deu início à sua Lista Abolicionista e Republicana. Em 1891, foi publicada sua primeira obra "Rapsódias", um livro de contos. Dedicou-se a literatura com entusiasmo, publicando obras atrás de obras. Escreveu algumas peças teatrais, mais de cem livros e cerca de 650 contos. Foi também um orador de grandes recursos; em 1909 foi catedrático da mesma matéria. Foi deputado na Legislatura da 1909 a 1911; esteve em Buenos Aires como Ministro Plenipotenciário, em Missão Especial. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras. Em 1928, foi consagrado como "Príncipe dos Prosadores Brasileiros". De sua extensa obra literária, destacam-se: "A Capital Federal", "Fruto Proibido", "O Rei Fantasma", "Contos Pátrios", "O Paraíso", "Mano", "As Estações", "Sertão", "Mistério do Natal", "Fogo Fátuo" e "A Cidade Maravilhosa". Também poeta, escreveu um soneto que se tornaria famoso: "Ser Mãe"; Coelho Neto é o exemplo de fidelidade e dedicação às letras.

O primeiro desfile de capoeiras no carnaval de Sorocaba.


Pequeña historia de un Mestre

Mestre Pedro Feitosa
http://www.portalcapoeira.com/wiki/index.php?title=Pedro_Feitosa e sua relação com a Capoeira em Sorocaba
Pedro Feitosa de Almeida começou a praticar capoeira ainda criança com um capoeirista chamado Zuza. Através dele despertou o desejo de conhecer melhor e se aprofundar neste esporte. Chegou na cidade de Sorocaba no início dos anos 60, e aqui não existia academia de capoeira. Retornou ao Ceará onde ficou por dois anos e seguiu para Bahia, aproveitando para aumentar seu conhecimento na capoeira. Voltou para Sorocaba no ano de 1966 e começoui a trabalhar nessa época como jornaleiro no Diário de Sorocaba e no Cruzeiro do Sul; foi também Guarda Mirim fazendo serviços por toda a cidade. Nessa época, o comandante responsável era Sargento da Guarda Civil Francisco Martins Soler que lhe ensinou algumas defesas de outras lutas que foram muito úteis quando participou como capoeirista nos anos 70 de um desafio de luta livre em um Circo no Bairro de Vila Progresso na Av. Artur Bernardes com golpes de capoeira e luta livre, saindo vitorioso do combate...
Fonte: http://www.crearte.com.br/biblioteca.htm

Elementos para uma História da Capoeira em Sorocaba (1850 – 1930), por Carlos Cavalheiro




Prof. Carlos Carvalho Cavalheiro
Historiador - Folclorista - Poeta
Contato:
Endereço: Rua Gonçalves Dias, 359 - Vl. Santana - Sorocaba/SP - CEP 18081-040
Telefone: (15) 3211-2512
carlosccavalheiro@yahoo.com.br

http://www.crearte.com.br/carlos_textos.htm

A CAPOEIRAGEM BAIANA NA CORTE IMPERIAL (1863-1890)

http://www.afroasia.ufba.br/pdf/afroasia_n21_22_p147.pdf

SINHÔZINHO E A CAPOEIRA CARIOCA


Clássicos da Capoeira ,Texto de Mário Santos, 1927




Clássicos da Capoeira O passado da Capoeira, como não poderia deixar de ser, é tão misterioso quanto ela própria, quanto o seu presente e quanto ao seu futuro.De certa maneira, esta constatação até aumenta seu fascínio.Toda tentativa de resgatar o passado esbarra, quase sempre, na incerteza sobre a fidedignidade da fonte consultada. O Mundo da Capoeira não é diferente, talvez o grau de incerteza seja até maior, em função da visão excessivamente apaixonada que comanda as pesquisas de muitos "mestres-pesquisadores".Some-se a isto, a divisão entre nossos homens de letra - romancistas, jornalistas etc - que, ao longo da História do Brasil e da Capoeira, alguns a defendiam, outros a atacavam. De um brilhante Coelho Netto (Bazar) escrevendo um dos grandes clássicos a favor da capoeiragem, a um não menos brilhante Machado de Assis, fazendo lá suas severas criticas a capoeira. Poucoa pouco, estamos republicando todos esses registros, pois entendemos de fundamental importância para compor, com a maior fidelidade possível, a verdadeira História da Capoeiragem.A Introdução que Mário Santos fez para o famoso livro de Annibal Burlamaqui, Gymnastica Nacional - Capoeiragem - Methodisada e Regrada (Zuma, 1928!) - é um desses textos que deve ser lido e admirado por todo mestre e aluno.Vamos, pois, ao texto de Mário Santos que, como não poderia deixar de ser, descreve magistralmente o livro de Zuma.__________________________________________________Prefácio de Mário Santos (1927)Obs. Ao famoso livro de Zuma Burlamaqui (1928)"O livro de Annibal Burlamaqui - Gymnastica Nacional - é, por sua natureza, desses cuja necessidade ha muito se impunha em o nosso meio sportivo.No Brasil, já se praticam, pode-se dizer, todos os sports: temos campeonatos de remo, natação, foot-ball, basket-ball, box, luta romana, tennis, athletismo em geral etc. Actualmente até o polo e golf já são disputados em nossa terra. No emtanto é de lamentar que até hoje nada se tenha feito em prol do sport nacional.Cogita-se de uma arte nacional, brasileira, da musica brasileira etc. Até mesmo da política brasileira. E de sport nacional, fala-se? Infelizmente não.E se assim é, o livro de Zuma vale por um grito de brasilidade.É tempo já de nos libertarmos dos sports extrangeiros e darmos um pouco de attenção ao que é nosso, ao que é de casa. E depois vale a pena isso, pois a Gymnastica Brasileira vale por todos os sports extrangeiros. Supera-os até.O presente livro, é modesto. O seu autor não é litterato; não é doutor, não é bacharel. É um moço sportman, um verdadeiro athleta, que goza muita saude e, sobretudo, ama a sua terra. Não é, portanto, uma obra litteraria, é uma monographia sportiva, talvez. É moderno, é prático; não divaga, entra logo no assumpto. Dá-nos a história da capoeiragem, os golpes e os contra-golpes.Ensina-nos, ou melhor, creou regras e methodizou-a . Termina com considerações a respeito dos exercícios preparatórios para se fazer um gymnasta brasileiro e sobre os reque-sitos mais necessários para isso. Em synthese é um livro útil.Estou de accordo com A. Burlamaqui (Zuma) quando lamenta que se tenha votado tamanha aversão a capoeiragem, a ponto de tornar a sua prática compromettedora social-mente.Todas as lutas hoje conhecidas: o box, a luta romana, a savata franceza, o jiu-jiutsu etc, tem suas origens identicas a nossa capoeiragem. É sempre a luta pela vida, o instincto de conservação, de defeza pessoal que lhes deram nascimento.Todas ellas passaram pelos mesmos revezes que a Gymnastica brasileira.Tambem na Inglaterra, o abuso dos que se prevaleciam da habilidade no jogo do box concorreu para que este jogo fosse considerado pelas leis inglesas uma contravenção e, portanto, punido quando praticado. Assim a savata franceza. Assim o jiu-jitsu que não era mais do que um processo de luta usado por determinada casta no Japão, e que dava aos componen-tes grande vantagem sobre os outros indivíduos. E se assim é, porque, si a lei da evolução é sempre a mesma em todo Universo, a capoeiragem, no Brasil, haveria de escapar a marcha evolucional de suas congêneres?Nascida, como bem diz o autor, com os escravos foragidos, nos quilombos, foi mais tarde, extinctos estes, transportada para as cidades e usada como meio de defeza, posteriormente, adulterada para meio de desordem. Foi essa evolução da "Gymnastica brasileira". E tão intensa foi a nocividade de sua prática, que o legislador de 1890 em nosso Código Penal, prescreveu em seu artigo 402 pena àquelles que a praticassem. Mas o tempo passou, hoje está regulamentado o box, como também a luta romana, a savata etc e porque não haveremos de regularizar e regenerar a capoeiragem?Há necessidade disso, e a sua adopção constitue alem do mais um princípio de ordem social. Pois só depois de acceita e espalhada a pratica da capoeiragem, teremos os agentes da sociedade, os policiaes a salvo das habilidades dos brasileiros nesse terreno e das insolências dos que praticam o box , como os embarcadiços extrangeiros, que tanto dissabor causam aos policiaes com as suas libações alcoólicas. Adoptemos a capoeiragem, ella é superior ao box, que participa dos braços; ela é superior à luta romana , que se baseia na força; é superior à luta japoneza, pois que reune os requisitos de todas essas lutas, mais a intelligencia e a viva-cidade peculiares ao tropicalissimo dos nossos sentimentos , pondo em acção braços, pernas, cabeça e corpo!Oxalá que muito breve tenhamos na Europa campeões brasileiros, de "GYMNASTICA NACIONAL", vencendo os de outras lutas extrangeiras!São meus votos que seja a "Gymnastica brasileira" acceita e praticada, pois vae n`isso, além de um acto de brasilidade, um pouco de integralisação na posse de nós mesmos.Rio, dezembro de 1927. Mário Santos"

Capoeira: academias pioneiras no Brasil


Capoeiragem no Brasil - Atlas

http://www.portalcapoeira.com/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=788

As Maltas de Capoeira

http://www.vermelho.org.br/diario/2002/0722/jairo_0722.asp

"MALANDRAGEM, ADEUS: COM EXCEÇÃO DO ZÉ, O RESTO É MANÉ.. "

http://www.aescrj.com.br/txtvilarica2006.htm